quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Propaganda imperialista da CIA contra a Venezuela

E dirigida contra a revolução chavista. E se há fome é culpa do bloqueio dos EUA. E porque não há recursos naturais, é uma terra pobre. 
Cabrões imperialistas a foder a revolução e o comunismo. Há prisioneiros políticos? Mentira, isso era com o Pinochet, o Stroessner, o Videla. . Há  é agentes infiltrados da CIA. Como no século passado houve na RDA, Roménia, URSS etc. Espero que vocês camaradas europeus ignorem os inimigos da Venezuela como ignoraram a propaganda contra o terror comunista do Leste da vossa Europa.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Preguiça intelectual, complexo de porteira

Como de costume, os bem-pensantes  batem na Europa e albardam o terrível fardo do   homem branco-europeu. Nada a opor.  O que revela preguiça   e desejo de dar novidades como uma porteira das antigas é o desenhar de tudo isto como só explicável pelos defeitos actuais das nossas falências:

Nem por um instante dizem que esta migração salva pessoas e  é feita em condições muito  mais seguras e civilizadas do que a do tempo em que havia políticos a sério e "diálogo estabilizador entre as duas margens".
Basta recordar  a batalha de Marika  e do Kosovo ( a conquista da Servia pela Turquia) e  o fluxo migratório de desesperados para o sul da Hungria, onde passaram a sepultar os seus déspotas ( em Kupinovo). Por outro lado,  qualquer   resumo escolar  elucida. E sem recuar muito.

Cachimbos de lá

Frants Henningsen, Passeio na Jutlândia, 1877.

Da série "O som e a fúria"

"Some commanders of ships take their departure from the home coast sadly, in a spirit of grief and discontent. They have a wife, children perhaps, some affection at any rate, or perhaps only some pet vice, that must be left behind for a year or more. I remember only one man who walked his deck with a springy step, and gave the first course of the passage in an elated voice. But he, as I learned afterwards, was leaving nothing behind, except a welter of debts and threats of legal proceedings."

Joseph Conrad, The Mirror of the Sea, 1906.

O baile de máscaras


Mas porque é que o PS, depois de quatro anos de austeridade, não descola nas sondagens? Esta era pergunta que Teresa de Sousa fazia ontem no Público - ela e, suponho, todos os socialistas. Descontadas algumas tiradas demagógicas, por exemplo sobre o aborto, concordo que é uma boa pergunta. Excelente, mesmo. Teresa de Sousa não atribuía o insucesso socialista à prisão de Sócrates, nem às trapalhadas dos cartazes, nem às lições da Grécia, mas ao êxito da coligação em convencer a opinião pública de que o pior já passou.
Talvez tenha razão. O que me surpreende é que os comentadores socialistas falem do animado baile de máscaras das presidenciais sem ter em conta o facto (algo deprimente, é verdade, sobretudo para a esquerda) de que antes há legislativas. Parece certo que ninguém terá maioria absoluta, muito menos o PS. O que obrigará Costa, se vencer, a governar ao centro e, portanto, a desejar um PR que lhe dê algum sossego. Maria de Belém, surgida do velho receio socialista do frentismo representado por Nóvoa, faz o papel. Algo me diz, porém, que Costa está a rezar por uma boa candidatura de direita (Rui Rio?). E que não se vai empenhar muito nas presidenciais...

Ler

De um recente  amigo do twitter, muito bom.

Os direitos das mulheres segundo os mullahs portugueses

Também conhecidos por juízes desembargadores.

domingo, 23 de agosto de 2015

Com o JJ

Nunca perdíamos  pontos com o Arouca.
Isto dito aos canalhitas, convém alguém explicar ao Zé Colmeia que já é a terceira vez que entra a dormir.

sábado, 22 de agosto de 2015

Costa e Nóvoa: As piores alternativas de sempre


Devia ser motivo de preocupação, sim. E de muita.

O PS de Costa, o que aparece em campanha, é filho de um erro trágico: defenestraram um líder para fazer pior do que ele. Os orfãos de Sócrates oscilam entre a agenda LGBT e o coito tradicional, mas interrompido: Galamba e  Pedro Nuno Santos deviam estar no Livre. Depois ainda por lá navegam irrelevâncias estelíferas como o  César dos Açores. As partes novas do navio  são más, as boas ( Jorge Coelho por ex) são velhas.
Por isto se sucedem as gaffes, as anedotas, as trapalhadas.

Sampaio da Nóvoa como candidato presidencial do PS nem chega a ser um erro trágico. É o Nada. Senhor certamente estimável,  repete a lalangue derrida-deleuziana de qualquer aluno de ciências  sociais dos últimos 40 anos. Não tratou os dentes ( Séguela  não esqueceu esse detalhe com Miterrand, limou-lhe os caninos) e tem a simpática  presença de um Borunário-Mor da Confraria da Broa de Avintes. Se fosse uma parte do navio de Teseu podia ser qualquer uma. Ou nenhuma.
Por isto não entusiasma ninguém a não ser os  concorrentes.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Ler: Ceuta

A entrevista do meu primo João Gouveia Monteiro, craque destas coisas das  guerras medievais, ao "i" de hoje.