sábado, 25 de abril de 2015

Pedro , o Pequeno

Ou como dizia o príncipe Ippolit,*  c'est que je deteste les histoires de revenants.

(c/licença do Tolstoi)

25 de Abril sempre

Há 40 anos, os portugueses votaram em liberdade apesar dos sectores progressistas do MFA ( ehehehe....) terem apelado ao voto em branco.  Espertos, não é?
Este homem opôs-se: se estivermos à espera que a democracia esteja madura, nunca faremos eleições. Pois claro, se a URSS tivesse durado até hoje, ainda não tinham eleições, isto da maturidade é muito complexo.

Munique é sempre que um homem quiser ( 3)


Aqui há (" à?", não conheço vem os caminhos da fonética estrangeira)  atrasado: 7-3 no Dragão Caixa e 5-1 na Luz: paravéns.  Mesmo sendo hóquei, não sei se hoube algum azeiteiro  a dibidir os jogos pelas partes e a dizer que o FCP  só  perdeu numa.
Vem, não adianta um grosso falar de jogo do título, porque ainda falta tótil de campeonato, mas, se tudo corrrer vem, amanhã  cantamos  os paravéns  ao Pinto da Costa que vai continuar mais uns anos a pôr-se a cavalo num quarto de sêmea.
Não esqueço os nosso amigos do outro lado da circular ( não vi o jogo mas de certeza que foi uma roubalheira perpetrada pelas nalgas): enfiem um carapim e ide dormir.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

25 de Abril sempre

Sei que há muito desconhecimento da anatomia e fisiologia feminina ( se há...), ouço queixas delas há 26 anos, mas nunca pensei que um homem não saiba, através do olhar, se a mama está para amamentar ou para rebolar.

Trio Odemira

Está explicado.
Dificilmente encontraríamos melhores modelos  para  actualização do grande Fialho: Verbos de encher, fantoches de aparato que cerram  fileiras vendo a marmita ameaçada e vão para as secretarias redigir reformas municipais.

A nossa qu'ida cultura

É isto. Uma regateirice que considera uns culpados antes da sentença e outros inocentes antes da sentença, fala nos lavadouros públicos para defender o Manel das Pevides e para zurzir no Celestino das Cabras.
Enche a boca de cultura enquanto esfrega mais umas meias , mas  não mexeu uma palha para fazer obras no Conservatório Nacional.

Duas notas

1) Nunca descobrirão o nexo de causalidade. Porquê? Porque se fosse possível descobri-lo, Sócrates  ter-se-ia ido embora logo a seguir às eleições.

2) Ainda assim, se isto for provado,  é incrível como a comandita socrática não pinta a cara de preto.

Entrevistem o dr Soares

PS também propõe visto prévio.
A tia Inês de Medeiros , num impecável sotaque lisboeta  nasalado,  está a explicar,  enfadadíssima,   que não há multas, só há multas ( para quem não entregar o plano), que não há uma nova comissão, só há uma nova comissão.
O dr Soares arrumava isto muito melhor: se  PS propõe é porque é bom, irra.

Tolstoi e fobias

No  manual de sobrevivência, no Depressão Colectiva.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Com não sei nada de economia, o programa do PS:

Vamos distribuir o que não há, para depois arranjarmos o que falta.

adenda: a boa notícia é que  Pacheco Pereira, cujo programa ideal seria qualquer coisa a meias entre o Garcia Pereira e o major Tomé,   diz ( Quadratura, SIC-N) que o PS fez um enorme favor ao governo.

O charme discreto do fedor de um mundo simples

Apareceu o inevitável marxista de serviço, actualizado em humanista, a explicar que os piratas existem porque  a frota pesqueira capitalista depredou as reservas de peixe  e o pobre  está desesperado. É impressionante  a catatonia mental ( quando não simples agenda) que encontra sempre eco nos jornalistas  alunos do  prof Boaventura. Isto substitui o peixe que era apanhado nas chatas:

Munique é sempre que um homem quiser ( 2)


Bonito, bonito, é repetir no domingo.
Vêm "enraivecidos"? Bem, é cobrir  a mobília e substituir os stewards por veterinários.