sexta-feira, 6 de março de 2015

Lusitanidades

Se a direita portuguesa é a mais  estúpida do mundo ( acho-a mais ignorante do que estúpida, porque  até tem tomado mui boa conta de si própria...), a esquerda  é a mais reaccionária do universo.
Um tipo sem rendimentos, sem heranças e  sem euromilhões aparece de cabriolet turbo, jantares de mil euros, escapadas à parolada do Dubai?  Boaventura acha que não vale a pena mexer no assunto porque não resolve nada, Adão e Silva diz que só sociedades em declínio o farão, o Lacão entende que se persegue bode expiatórios.
Sim , de facto, olhando para Portugal, desde  a fraude  do FSE  nos anos 80 até ao BPN e  para os políticos-advogados que passaram de remediados a proprietários da Quinta do Lago  numa legislatura, não se admite querer cutucar a onça com a vara curta.

Barroca Rodrigues: the missing link?

A ser verdade, isto é muito interessante: 12 milhões omitidos. Percebe-se assim muito bem o frenesim dos últimos dias. Se a  traição é por vezes uma mera questão de datas, a amizade também.
Há gente que agora  nem lhe cabeum feijão frade...

O alcoice

Qualquer lapardão o xinga, qualquer pimpão   lhe dá  ordens, até as repórteres em missão  o interpelam na rua  como fariam a  um unhante à saída da polícia.
Bem, muitos dissemos que o afananço, preparado pela comandita de pomadistas, que o lá pôs teria um preço.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Eu também

Porque tinhas outra vez uma Sagres na mão.
Uma coisa é certa: este e o William ( o melhor jogador  do mundo parado) têm muito boa imprensa.

A conclusão definitiva sobre a situação fiscal de Passos Coelho:

Por...Jorge Jesus.

Ora pois...

Toca  a uniformizar. Dar uniformes . Se necessário, soutiens para os meninos

Manual

9 e 10, no Depressão Colectiva.

E se, um dia, o cavaquismo não existisse?

 2002:
A Política Comum de Pesca fortemente subordinada aos interesses dos países do Norte da União Europeia (UE), porventura mais interessados no desenvolvimento de actividades comerciais do que no desenvolvimento da pesca, e caracterizada por um forte incentivo ao abate de embarcações de pesca, tem vindo a agravar a situação do sector, conduzindo a que o nosso país passasse de país exportador a grande importador de produtos de pesca, tornando-o mais deficitário e dependente do exterior em produtos alimentares.

Agora leiam  isto ( 2015):

  "E se um dia a União se começar a imiscuir nas nossas fronteiras atlânticas, como já se imiscui no que os nossos pescadores podem ou não pescar? E se um dia algum burocrata europeu entender que Portugal deve ser reduzido a um país agrícola e turístico e fazer uma fábrica for proibido, se competir com a quota francesa ou espanhola?"

Já nem sei, outra vez,  o que dizer: a ucronia, mesmo  se acompanhada de adjectivação conjugal pré-divórcio (  "espumam,  vingança, humilham") serve  apenas para fingir que não andámos por cá.